DICAS DE VIAGEM

Veja abaixo algumas dicas que separamos pra você.


Não leve muito dinheiro em espécie. Mais seguros são os cartões de crédito (não esqueça solicitar a operadora de cartão a liberação deste para uso no destino desejado).

Numa viagem internacional, dose com cuidado o dinheiro trocado em moeda estrangeira (lembre-se que na troca se perde dinheiro por causa do câmbio e comissões cobradas pelos bancos e corretoras). A moeda mais aceita é o dólar, sendo então, a melhor opção.

Dê preferência para dinheiro trocado. Leve uma pequena parte em moeda local para algumas despesas de início, antes da troca de seus dólares no local de desembarque. Além disso mantenha em carteira alguns reais para despesas na partida e chegada e também os cartões de crédito que são aceitos em quase todos os lugares.

Atenção: O viajante que estiver chegando ao Brasil portando valores em montante superior a R$10.000,00 (dez mil reais) ou o equivalente em outra moeda, em espécie, obrigatoriamente deve preencher a Declaração Eletrônica de Bens de Viajante (e-DBV), por meio da internet, no endereço www.edbv.receita.fazenda.gov.br, e dirigir-se à fiscalização aduaneira, no momento do seu ingresso, para fins de conferência.

 

O que o viajante NÃO pode trazer do exterior como bagagem.


Não são conceituados como bagagem, no sentido aduaneiro, mesmo que trazidos pelo viajante:

    • Objetos destinados a revenda ou a uso industrial  

    • Automóveis, motocicletas, motonetas, bicicletas com motor, trailers e demais veículos automotores terrestres, suas partes e peças  

    • Aeronaves e suas partes e peças  

    • Embarcações de todo tipo, motos aquáticas e similares e motores para embarcações e suas partes e peças 
       

O que é PROIBIDO trazer do exterior pelo viajante.


O viajante não pode trazer para o Brasil:

    • Cigarros e bebidas fabricados no Brasil, destinados à venda exclusivamente no exterior  

    • Cigarros de marca que não seja comercializada no país de origem  

    • Brinquedos, réplicas e simulacros de armas de fogo, que com estas se possam confundir, exceto se for para integrar coleção de usuário autorizado, nas condições fixadas pelo Comando do Exército Brasileiro  

    • Espécies animais da fauna silvestre sem um parecer técnico e licença expedida pelo Ministério do Meio Ambiente  

    • Espécies aquáticas para fins ornamentais e de agricultura, em qualquer fase do ciclo vital, sem permissão do órgão competente  

    • Produtos assinalados com marcas falsificadas, alteradas ou imitadas, ou que apresentem falsa indicação de procedência  

    • Mercadorias cuja produção tenha violado direito autoral ("pirateadas")  

    • Produtos contendo organismos geneticamente modificados  

    • Os agrotóxicos, seus componentes e afins  

    • Mercadoria atentatória à moral, aos bons costumes, à saúde ou à ordem pública  

    • Substâncias entorpecentes ou drogas

Atenção: Esses bens, se trazidos pelo viajante, serão apreendidos pela Aduana. O viajante pode ainda, conforme o caso, ser preso pelas autoridades brasileiras e processado civil e penalmente.


Compras em Loja Franca (Duty Free Shop) 
 

  • O viajante pode adquirir, com isenção de tributos, nas lojas francas (duty free shops) dos portos e aeroportos, após o desembarque no Brasil e antes de sua apresentação à fiscalização aduaneira, mercadorias até o valor total de U$ 500.00. Esse valor não é debitado da cota de isenção de bagagem a que o viajante tem direito.  

  • Além do limite global de U$ 500.00, as mercadorias adquiridas nas lojas francas estão sujeitas aos seguintes limites quantitativos:

24 unidades de bebidas alcoólicas, observado o quantitativo máximo de 12 unidades por tipo de bebida

20 maços de cigarros de fabricação estrangeira

25 unidades de charutos ou cigarrilhas

250g de fumo preparado para cachimbo

10 unidades de artigos de toucador

3 unidades de relógios, máquinas, aparelhos, equipamentos, brinquedos, jogos ou instrumentos elétricos ou eletrônicos

  • Menores de 18 anos, mesmo acompanhados, não podem adquirir bebidas alcoólicas e artigos de tabacaria.  

  • Bens adquiridos nas lojas francas do Brasil, no momento da partida do viajante para o exterior, nas lojas duty free no exterior e os adquiridos em lojas, catálogos e exposições duty free dentro de ônibus, aeronaves ou embarcações de viagem têm o mesmo tratamento de outros bens adquiridos no exterior , passando a integrar a bagagem do viajante. Em resumo, essas mercadorias não aproveitam do benefício da isenção concedido às compras nas lojas francas do Brasil, efetuadas no momento da chegada do viajante. 

Bagagem Acompanhada – Procedimentos na chegada ao Brasil


Todo viajante que ingressa no Brasil, qualquer que seja a sua via de transporte, e que tenha bens a declarar conforme previsto no art. 6º da IN RFB nº 1059, de 2010 , obrigatoriamente deve preencher a Declaração Eletrônica de Bens de Viajante (e-DBV).

O viajante que estiver chegando ao Brasil portando valores em montante superior a R$10.000,00 (dez mil reais) ou o equivalente em outra moeda, em espécie, obrigatoriamente deve preencher a Declaração Eletrônica de Bens de Viajante (e-DBV), por meio da internet, no endereço www.edbv.receita.fazenda.gov.br, e dirigir-se à fiscalização aduaneira, no momento do seu ingresso, para fins de conferência

O viajante que traz outros bens, incluídos no conceito de bagagem , cujo valor global exceda a cota de isenção , mas que não excedam os limites quantitativos de bens para a via de transporte utilizada deve pagar o imposto de importação (II), calculado à base de 50% do que exceder a cota de isenção (valor total dos bens – cota de isenção), por meio de documento próprio (Documento de Arrecadação de Receitas Federais - Darf), na rede bancária brasileira.

O viajante que exceder os limites quantitativos de bens para a via de transporte utilizada deverá providenciar o despacho de importação dos bens excedentes sob o regime de tributação comum.

Se não for possível o pagamento do imposto no momento do desembarque, os bens sujeitos à tributação são retidos pela Aduana, mediante o preenchimento e entrega, ao viajante, do Termo de Retenção e Guarda dos Bens, contendo informações referentes ao viajante e aos bens retidos. A liberação dos bens é efetuada posteriormente mediante a apresentação, pelo viajante, do Termo de Retenção e do comprovante do pagamento do imposto ou após a conclusão do despacho de importação sob o regime de tributação comum, conforme o caso.

O viajante deve obrigatoriamente preencher a Declaração Eletrônioca de Bens de Viajante (e-DBV) e dirigir-se à fiscalização aduaneira, no setor de "BENS A DECLARAR", quando estiver trazendo:

I - animais, vegetais ou suas partes, sementes, produtos de origem animal ou vegetal, produtos veterinários ou agrotóxicos;

II - produtos médicos, produtos para diagnóstico in vitro, produtos para limpeza ou materiais biológicos;

III - medicamentos, exceto os de uso pessoal, ou alimentos de qualquer tipo;

IV - armas ou munições;

V - bens sujeitos a restrições ou proibições ou ao regime comum de importação;

V - bens aos quais será dada destinação comercial ou industrial, ou outros bens que não sejam passíveis de enquadramento como bagagem;

VI - bens que devam ser submetidos a armazenamento para posterior despacho no regime comum de importação,

VII - bens sujeitos ao regime aduaneiro especial de admissão temporária quando sua discriminação na DBA for obrigatória;

VIII - bens cujo valor global ultrapasse o limite de isenção para a via de transporte, 

IX - bens que excederem limite quantitativo para fruição da isenção; ou

X - valores em espécie em montante superior a R$ 10.000,00 (dez mil reais) ou seu equivalente em outra moeda.

Nos demais casos, a partir de 1º de janeiro de 2012, o viajante não necessita preencher a DBA e pode dirigir-se ao setor "NADA A DECLARAR".

Atenção:

Como parte do seu trabalho, as autoridades aduaneiras podem questionar os viajantes a qualquer momento, assim como inspecionar as suas bagagens, declaradas ou não. Em caso de dúvida, o viajante deve declarar seus bens ou solicitar informações junto à fiscalização aduaneira.

Ao deixar de preencher a DBA, nos casos em que seja obrigatória, ou seja, escolha indevida pelo setor "NADA A DECLARAR" equivale a efetuar declaração falsa e acarreta multa de 50% do valor dos bens que exceder a cota de isenção.

As mercadorias que revelem finalidade comercial, se não forem declaradas pelo viajante, antes de qualquer ação da fiscalização aduaneira, sujeitarão o viajante a multa ou, até mesmo, a apreensão das mercadorias, para fins de aplicação da pena de perdimento.

As pessoas físicas somente podem importar mercadorias para uso próprio.

A ocultação de bens, qualquer que seja o processo utilizado, pode acarretar o seu perdimento em favor da Fazenda Nacional Brasileira, além de outras penalidades previstas na legislação brasileira.

Podem ser severas as penalidades aplicáveis pela não declaração de bens de importação proibida, com restrições a sua entrada ou, ainda, daqueles sujeitos a pagamento de tributos.

A legislação brasileira prevê penalidades por falsas declarações e/ou a apresentação de documentos fraudulentos, que variam desde multas calculadas sobre o valor dos bens até a sua apreensão para a aplicação da pena de perdimento, além de constituir crime.

Após o desembaraço aduaneiro, não é admitida a apresentação de bens, com intuito de obter documento que comprove a sua entrada no país como bagagem.

Alguns medicamentos estão sujeitos a controle especial pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e, nessa condição, só poderão entrar no País após a manifestação favorável da autoridade sanitária. Tenha sempre em mãos a receita médica, que indique o nome e domicílio do paciente, posologia ou modo de uso do medicamento e a periodicidade do tratamento. 
 

 

Isenção de Tributos sobre a bagagem

ATENÇÃO: Os bens integrantes de bagagem que forem desembaraçados com isenção de tributos não podem ser depositados para fins comerciais ou expostos à venda, nem vendidos, senão com autorização da Aduana e com o pagamento dos tributos cabíveis.

Isenções de Caráter Geral

O viajante que ingressa no Brasil tem direito à isenção de tributos sobre os bens que ele trouxer do exterior desde que estes estejam incluídos no conceito de bagagem e nos limites e condições a seguir.

Se incluídos no conceito de bagagem acompanhada:

  • Roupas e outros objetos de uso ou consumo pessoal; 

  • Livros, folhetos e periódicos; e

  • Outros bens, observados simultaneamente o limite de valor global (cota de isenção) e o limite quantitativo, aplicável o limite de valor global corresponde a:

 a) US$ 500,00 (quinhentos dólares dos Estados Unidos) ou o equivalente em outra moeda, quando o viajante ingressar no País por via aérea ou marítima; e

b) US$ 300,00 (trezentos dólares dos Estados Unidos) ou o equivalente em outra moeda, quando o viajante ingressar no País por via terrestre, fluvial ou lacustre.

  • O limite quantitativo corresponde a

Na via aérea ou marítima:

a) bebidas alcoólicas: 12 litros, no total;

b) cigarros: 10 maços, no total, contendo, cada um, 20 unidades;

c) charutos ou cigarrilhas: 25 unidades, no total;

d) fumo: 250 gramas, no total;

e) bens não relacionados nos itens “a” a “d” (souvenirs e pequenos presentes), de valor unitário inferior a US$ 10,00: 20 unidades, no total, desde que não haja mais do que 10 unidades idênticas ; e

f) bens não relacionados nos itens “a” a “e”: 20 unidades, no total, desde que não haja mais do que 3 unidades idênticas

Na via terrestre:

a) bebidas alcoólicas: 12 litros, no total;

b) cigarros: 10 maços, no total, contendo, cada um, 20 unidades;

c) charutos ou cigarrilhas: 25 unidades, no total;

d) fumo: 250 gramas, no total;

e) bens não relacionados nos itens “a” a “d” (souvenirs e pequenos presentes), de valor unitário inferior a US$ 5,00: 20 unidades, no total, desde que não haja mais do que 10 unidades idênticas;

f) bens não relacionados nos itens“a” a “e”: 10 unidades, no total, desde que não haja mais do que 3 unidades idênticas.

Esses limites e condições aplicam-se inclusive aos bens trazidos por viajante não residente no Brasil, mesmo aqueles trazidos para presente.

Os bens trazidos como bagagem acompanhada e que excederem os limites de isenção deverão ser declarados na Declaração Eletrônica de Bens de Viajante (e-DBV) . A esses bens, se incluídos no conceito de bagagem, aplica-se o Regime de Tributação Especial para Bagagens caso ultrapassem o valor da cota, ou Regime de Tributação Comum, caso excedam limites quantitativos.

Aos bens excluídos do conceito de bagagem aplica-se o Regime de Importação Comum para Bagagens .

Atenção:

A isenção concedida para os outros bens (cota de isenção) só é concedida uma vez a cada intervalo de um mês mesmo que o limite de valor global tenha sido utilizado parcialmente, e é pessoal e intransferível, ou seja, não é admitida a soma ou transferência de cotas entre os viajantes, ainda que membros da mesma família.

Para os militares desembarcando no País ao término de missão em veículo militar e para o civil viajando em veículo militar, a isenção sobre os outros bens só é concedida uma vez a cada intervalo de um ano.

A apresentação de declaração falsa ou inexata de bagagem acarreta a aplicação de multa no valor de 50% do valor excedente à cota de isenção, além do pagamento do imposto de importação devido.

Se incluídos no conceito de bagagem desacompanhada e chegarem ao País dentro do prazo de três meses anteriores ou até seis meses posteriores à chegada do viajante e, ainda, provenientes dos países de estada ou procedência do viajante:

  • Roupas e objetos de uso pessoal, desde que usados ;

  • Livros e periódicos.

Aos demais bens enviados ao País como bagagem desacompanhada, aplica-se o Regime de Tributação Especial para Bagagens ou o Regime de Importação Comum para Bagagens , conforme sejam observados ou não os prazos e condições estabelecidos acima.

 

Isenções Vinculadas à Qualidade do Viajante

Além da isenção de tributos sobre roupas e outros objetos de uso e consumo pessoal, livros, folhetos e periódicos, integrantes de bagagem acompanhada, que é concedida a qualquer viajante que ingresse no País, outras isenções podem ou não ser concedidas a viajantes em situações especiais , conforme seja a situação em que se enquadrem, como, por exemplo, os tripulantes, brasileiros que permaneceram no exterior por mais de um ano, cientistas, diplomatas, entre outros. Portanto, cabe ao viajante verificar se tem direito a algum tratamento tributário diferenciado e pleiteá-lo. 

 

As informações acima foram obtidas através do site da receita Federal: http://www.receita.fazenda.gov.br/

 

Conhecer a cultura do país de destino evita problemas.Existem diversas peculiaridades entre as culturas mundiais. Informar-se e respeitar os costumes locais do seu destino turístico é a melhor maneira de evitar situações constrangedoras durante a viagem.

· Na Arábia Saudita, arrotar após as refeições é um sinal de boa educação e de que você ficou satisfeito;

· Palitar os dentes após as refeições na Itália significa que gostou da comida. Mas na França e em muitos outros países é um ato de extrema grosseria;

· Caso você viaje ao Egito, deixe sempre deixe um pouco de comida no prato durante as refeições, mesmo que você esteja com muita fome. Isso simboliza abundância, fartura e elogio ao anfitrião;

· Grande parte dos indianos e marroquinos tem o hábito de comer com as mãos;

· Na Bélgica, come-se com o garfo na mão esquerda, mesmo quem não é canhoto. Já em países árabes, a mão esquerda é considerada impura pois é destinada a higiene pessoal. Portanto, não receba ou ofereça documentos e cartões de visita com esta mão;

· Na maioria dos países europeus é um hábito comum dividir a mesa com estranhos;

· A culinária na Mongólia é exótica, um exemplo é a carne de camelo cozida;

· Na Finlândia, rena ensopada ou frita são pratos comuns;

· Larvas, abelhas e grilos fritos são aperitivos na Tailândia;

· Já em Taiwan e Hong Kong, um dos pratos principais é a cobra frita;

· Um prato de sopa de cachorro na Coréia do Sul é considerado energético;

· No Paquistão, homens e mulheres comem separadamente;

· No Oriente Médio é proibido pelo Corão (livro sagrado), mulheres guiando automóveis. Também nunca mostre a sola dos sapatos ao cruzar as pernas, estará assim, insultando o seu anfitrião pois a sola é a parte mais baixa do corpo, portanto a mais suja. Por lá, é comum encontrar homens andando de mãos dadas como sinal de amizade e respeito entre eles;

· Em muitos países da Ásia e Oriente Médio, ao visitar os templos religiosos, deve-se vestir roupas com mangas e compridas, em alguns tirar os sapatos. Sendo proibido tirar fotos no seu interior e tocar imagens e estátuas;

· Na China, atos de assoar nariz na rua ou cuspir são sinais de higiene, significa que está tirando algo sujo de dentro do corpo. E deixar de beber todo o conteúdo do cálice num brinde é sinal de grave ofensa;

· Nunca recuse um cálice de vodka na Rússia, ou qualquer tipo de bebida na Irlanda. Isso é imperdoável, considerado um gesto rude;

· Nos Estados Unidos, no Japão e em vários países da Europa, dar tapinhas nas costas durante um cumprimento é falta de educação. Um aperto de mãos já é suficiente;

· Mostrar a língua uma para outras pessoas, em algumas tribos do Tibete, é um ato de cumprimento;

· Na Índia, encarar as pessoas nas ruas, é considerado uma forma de humilhação. Por lá, a vaca é um animal sagrado, o trânsito é sempre desviado caso uma delas resolva deitar-se na rua;

· Na Coréia do Sul, nunca converse com as mãos nos bolsos ou para atrás. Isso é considerado um ato grosseiro;

· Nunca presenteie um japonês com relógios, eles simbolizam a morte. Também nunca coloque um cartão de visitas, que acabou de receber, no bolso ou escreva sobre ele, isso é sinal de grosseria. Portanto ao recebê-lo, segure-o na mão;

· Casais não devem se beijar em público, na Indonésia.

 Alugue o carro na sua agência de viagens para evitar contratempos, preços abusivos e dificuldades de compreensão do idioma no caso de viagens internacionais. O agente de viagens saberá o plano mais indicado para você (incluindo ou não GPS, motorista adicional, km livre, etc), além disso seu agente já incluirá todas as taxas e seguros obrigatórios para você não precisar pagar mais nada localmente. Informe-se com seu agente se o país de sua viagem exige carteira de habilitação internacional.

 Ao chegar na locadora apresente o voucher com o plano de aluguel que você comprou, junto com carteira de motorista das pessoas que irão dirigir (mais carteira de habilitação internacional, para países que exigem) e um cartão de crédito pessoa física no nome do motorista principal para pré autorização (observe se seu cartão de crédito é internacional e solicite ao seu gerente a liberação do cartão no exterior  para viagens internacionais).

O que você deve verificar na locadora é o plano de pedágios pré pagos para o seu período de aluguel caso você vá pegar auto estradas pois vale a pena já deixar os pedágios pré pagos (tem locais que nao aceitam dinheiro no pedágio além disso demora mais ter que ficar parando, você pode se perder e passar por mais pedágios do que pretende etc etc). Não esqueça que caso seu plano não inclua primeiro tanque free você deverá devolver o carro abastecido.

Respeite as leis de trânsito eos limites de velocidade, durante o período de sua locação você é o responsável por qualquer infração.

Bom passeio!!!!

 

Viagens no Brasil

O RG (cédula de identidade) é necessário para viagens aéreas em território brasileiro e deve ter data de expedição inferior a 10 anos. Além do RG válido, o Ministério da Aeronáutica também aceita outros documentos de identificação oficiais equivalentes à cédula de identidade, estes outros documentos como por exemplo:CRM, OAB, CNH só sao aceitos para viagens nacionais e devem estar dentro da validade.

Viagens para países do Mercosul

O RG com data de expedição inferior a 10 anos é válido para ingresso na Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai, mas quem quiser comprar no free shop dos aeroportos destes países deverá apresentar o passaporte.

Outros documentos como CRM, OAB, CNH não são aceitos para países do Mercosul. Sã ceitos apenas RG válido e passaporte.

Viagens para outros países da América do Sul

O passaporte é documento obrigatório para viagens aos países da América do Sul, com exceção da Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai. Somente a Guiana exige visto para brasileiros. Para viajar para fora do País é necessário ter passaporte, que é emitido nos postos da Polícia Federal. Com o passaporte, não é necessário levar os outros documentos na viagem. O melhor é deixá-los em casa. As crianças também necessitam de passaporte

 Visto

Alguns países exigem vistos de entrada, portanto, antes de marcar a viagem é importante verificar no consulado do país de destino se há essa exigência, bem como os documentos necessários e os prazos. Caso viaje para outro país e resolva alugar um carro, o consumidor precisa providenciar, aqui no Brasil e com antecedência, a Carteira de Motorista Internacional, pois alguns países exigem esse documento. Sobre essa exigência também pode ser confirmada no consulado do país a ser visitado, onde também pode-se obter informações sobre a legislação de trânsito local.

Autorização para Menores:

·Para viagens no Brasil, menores que ainda não completaram 12 anos necessitam de autorização para viajar sozinhos. A autorização pode ser obtida nos postos do Juizado de Menores em aeroportos e rodoviárias, mediante solicitação de um dos pais, avós, tios ou irmão maior de 21 anos. Os menores que já completaram 12 anos não precisam de autorização para viajar desacompanhados. O telefone do Juizado de Menores para autorização de viagens nacionais é (48) 3287-8023.

Viagens internacionais Para menores de 12 anos é necessária a autorização de ambos os pais. Se o menor viajar em companhia de apenas um dos pais, a autorização do outro é obrigatória. Quando desacompanhado, o menor deverá ser mantido sob a guarda da companhia aérea, tanto em terra quanto a bordo. Maiores de 12 anos e menores de 18 anos devem apresentar autorização judicial para viajar desacompanhados, um documento dispensável quando o passageiro está acompanhado de um dos pais com autorização do outro. As autorizações, obtidas em postos do Juizado de Menores, devem ser apresentadas em vias originais e com firma reconhecida em cartório. 

Onde se informar?

  • Varas da infância e da juventude.
  • Postos dos Juizados Especiais nos aeroportos e rodoviárias interestaduais
  • Departamento da Polícia Federal - www.dpf.gov.br/servicos
  • Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios -   www.tjdft.jus.br/cidadaos/infancia-e-juventude/informacoes/autorizacao-de-viagem-1

 

Vacinas

Verificar os países que exigem vacinas e o prazo de antecedência que estas devem ser providenciadas e internacionalizadas.

 

Cartão de Crédito

A melhor forma de realizar pagamentos em viagens nacionais e internacionais é o cartão de crédito (não esqueça de solicitar a operadora de cartão o desbloqueio para poder utiliza-lo no destino, pois muitas vezes por segurança o cartão fica bloqueado para uso em outros locais que nao são o de costume do pax). Por ter grande aceitação e possibilitar o cancelamento em caso de roubo ou extravio, é mais seguro do que levar dinheiro em espécie. Aconselhamos porém, que se leve sempre uma quantia mínima de dinheiro. 

Viagens de Avião

Em vôos nacionais o passageiro pode levar 23 kg de bagagem. As taxas para excesso de bagagem geralmente correspondem a 1% do valor do bilhete não-promocional por quilo excedente.

Em vôos internacionais a franquia varia de acordo com  a cia aérea. Para os Estados Unidos e África do Sul é possível levar dois volumes, cada um com dimensões (soma do comprimento, largura e altura) de até 158 cm e com peso máximo de 32 kg. Estas regras não valem para a bagagem de menores de dois anos, que não têm direito à franquia, nem para o transporte de animais de estimação.

Em caso de extravio, dano ou sinais de violação da bagagem, o passageiro deve comunicar imediatamente a empresa aérea e preencher o Registro de Irregularidade de Bagagem (RIB). Se houver alguma dúvida ou problema, o viajante pode procurar o Departamento de Aviação Civil (DAC), órgão oficial que atende as queixas e reclamações sobre bagagens, por meio das Seções de Aviação Civil (SACs), instaladas em cada aeroporto. Antes do embarque, o passageiro tem a opção de declarar os valores atribuídos à sua bagagem. Para isso, é cobrada uma taxa suplementar e a companhia pode pedir uma relação completa dos itens e verificar o conteúdo da mala. Se houver extravio, o viajante receberá o valor declarado e aceito pela empresa. Jóias, papéis negociáveis e dinheiro não são aceitos na declaração. Quem não fizer declaração de valores tem direito a indenização limitada caso ocorra extravio da bagagem. Em vôos internacionais, a companhia paga indenização ao passageiro no valor máximo de US$ 400. Em vôos nacionais, a compensação é feita de acordo com o Código Brasileiro de Aeronáutica.

Alguns objetos não podem ser levados na bagagem despachada, entre eles: armas de fogo, gases comprimidos, instrumentos musicais volumosos, líquidos e sólidos inflamáveis , materiais magnéticos, radiativos ou oxidantes, material irritante, munições, explosivos e fogos, peróxidos orgânicos, produtos venenosos ou corrosivos e substâncias infecciosas. O passageiro deve consultar a empresa quando precisar transportar alguns destes produtos, assim como artigos frágeis e perecíveis.

Bagagem de mão em vôos domésticos, é permitido levar bolsa de mão, maleta ou equipamento com peso máximo de 5 kg e com dimensões de até 115 cm. A bagagem deve caber embaixo do assento ou nos compartimentos acima das poltronas e não pode incomodar os demais passageiros, nem ameaçar a segurança do vôo. Em viagens internacionais, o limite depende de normas específicas fixadas por convênios. A companhia aérea não se responsabiliza por danos em bagagens de mão ou objetos de uso pessoal. Apenas o faz quando ficar provado que a prejuízo foi causado por algum funcionário da empresa. O passageiro também pode levar: manta, guarda-chuva, bengala, alimentação infantil para consumo durante a viagem e uma cesta ou equivalente para transporte de criança de colo. Objetos como jóias, documentos negociáveis, ações, dinheiro, notebook, máquina fotográfica, filmadora, telefone celular e outros bens de valor só podem ser transportados em bagagem de mão.

Viagens de Ônibus

No Brasil: O passageiro pode levar até 30 kg de bagagem. A mala de mão deve ter tamanho compatível com o porta-embrulho, compartimento acima da poltrona. Quando há excesso de peso, geralmente é cobrada taxa de 0,5% sobre o valor da passagem por quilo excedente. Quando há a indenização paga, geralmente seu valor é de até R$ 400.

No exterior: As restrições de bagagens na Europa variam de acordo com a companhia e linha. Na América do Norte, a principal e maior empresa de ônibus, Greyhound, permite que o passageiro carregue duas malas de mão que caibam no porta-embrulho ou embaixo das poltronas, e duas malas para serem despachadas, com peso total em torno de 45 kg, ou 27 kg para uma peça. Para cada mala adicional, num total de três, será cobrada taxa de US$ 15. Esta tarifa também vale para bicicletas, desde que desmontadas e embaladas. Em caso de extravio de bagagem despachada o passageiro deve avisar a empresa imediatamente. As indenizações máximas são de US$ 250 para adultos e US$ 125 para crianças. É proibido o transporte de objetos considerados perigosos, como armas de fogo, explosivos, produtos tóxicos, combustíveis, gases comprimidos e líquidos inflamáveis não é permitido.

Viagens de Navio

As regras variam de acordo com a companhia. Normalmente não existe restrição de peso e peças para bagagem, mas o viajante deve informar-se antes do embarque, pois em alguns cruzeiros pode haver limite de peso de até 90 kg. O passageiro deve lembrar-se, caso vá de avião até o local de partida do navio, que as empresas áreas podem cobrar excesso de bagagem seguindo as regras de limites de peso, tamanho e número de malas. Em caso de extravio ou dano de bagagem o passageiro deve comunicar a empresa por escrito, ainda no cais. A norma para estas situações também varia. Enquanto algumas companhias não se responsabilizam pelos prejuízos, outras pagam indenizações máximas de US$ 100 a US$ 300. Por isso, recomenda-se ao viajante que faça seguro de sua bagagem e artigos pessoais. As empresas não têm responsabilidade por objetos frágeis ou de valor, como dinheiro, jóias, documentos e equipamento (máquina fotográfica, filmadora, notebook), que devem ficar na mala de mão e sob os cuidados do passageiro. Os navios possuem cofres centrais ou individuais para que estes objetos possam ser guardados. Algumas companhias impõem um limite de valor para os bens a serem mantidos sob sua responsabilidade. Não é permitido transportar artigos perigosos como substâncias controladas, armas de fogo, explosivos, cilindros de ar comprimido e combustíveis.

Viagens de Trem

Não há limite de bagagem (peso, volume e número), mas pode haver variações e restrições conforme a empresa e a classe em que o passageiro viaja. As companhias e linhas que não oferecem serviço de despacho normalmente não se responsabilizam por dano, perda e roubo de bagagem, que deve ficar sob os cuidados do passageiro durante todo o percurso. Muitos trens têm uma área para malas no final dos vagões, além dos compartimentos acima das poltronas. Quando há a opção de despachar as malas, pode haver limite e taxa suplementar para excesso de peso, volume ou quantidade. Nestes casos, em geral, a empresa se responsabiliza pelos prejuízos que possam ocorrer com a bagagem. Se o viajante for se deslocar de avião até o local de partida do trem, deve lembrar que as empresas áreas podem cobrar excesso de bagagem seguindo as normas de limites de peso, tamanho e número de malas. Em caso de extravio ou dano dependendo da companhia, o passageiro pode fazer uma declaração de valor atribuído a seus pertences se pagar uma taxa suplementar e obter restituição do valor declarado caso seus pertences se extraviem.  Alguns itens têm seu transporte proibido, como: explosivos e materiais radioativos ou inflamáveis, entre outros produtos perigosos.

Para o reembolso cada bilhete  conta com sua própria regra, ou seja  multa de acordo com a classe tarifária do bilhete adquirido, em caso de bilhetes muito promocionais pode ser que nao haja nenhum reembolso.

Solicitado o reembolso a cia aérea deverá reembolsar o valor entre 30 e 90 dias após o pedido.

Se a forma de pagamento foi através do cartão de credito, o reembolso virá como credito na fatura do cliente, se a forma de pagamento a vista em dinheiro, a cia aérea repassa para agência de viagens que  posteriormente repassara para o cliente.

Se o consumidor sofrer algum prejuízo decorrente do atraso do voo, seja por quanto tempo for, ele também pode pedir indenização à companhia aérea. Citamos como exemplos de danos a perda de um passeio programado na viagem ou de uma diária do hotel e até prejuízos não materiais, como o fato de não ter podido comparecer a um compromisso importante. Isso só vale, porém, para os casos em que o atraso ocorreu por culpa da empresa aérea.

 Em caso de overbooking,  o passageiro deve ser acomodado em outro voo, no prazo máximo de quatro horas. Se esse prazo for excedido, o transportador deve proporcionar ao consumidor, como no caso de atrasos, facilidades de comunicação, hospedagem, alimentação e transporte até o hotel e até o aeroporto. Da mesma forma, se houver outros prejuízos em virtude da impossibilidade de embarque ou se o passageiro perder o voo por conta de atraso na conexão, por exemplo, ele tem o direito de ser indenizado. Lembrando que o consumidor só tem direito de reclamar em caso de overbooking se ele chegou ao aeroporto para fazer o check-in com a antecedência necessária. Caso o passageiro chegue para o embarque após os horários estabelecidos, mesmo com o bilhete confirmado, não terá o direito de reclamar caso a empresa aérea coloque outro passageiro no seu lugar.

Reserva de Passagem

- Você deve informar ao seu agente de viagens o tipo de deficiência física do passageiro. Se o pax utiliza cadeira de rodas e se esta é elétrica você deve perguntar se há como carregar a bateria durante o vôo, pois nem todos os vôos têm esta opção;

- Se o passageiro necessitar de algum equipamento como máscara de oxigênio, a Companhia Aérea não é obrigada a fornecer, mas a maioria delas possuem alguns equipamentos (mas com prévia solicitação e muitas acrescentam uma taxa extra à passagem);

- No caso de um grupo de deficientes as reservas devem ser feitas com no mínimo de 02 meses de antecedência;

- Infelizmente grande parte das aeronaves não possui banheiros especiais para deficientes e os que são adaptados não são confortáveis para estes tipos de passageiros;

- Sempre tentar (ao máximo) escolher voos non-stop ou sem escalas;


 - Reservar assentos próximos ao principio do avião se não for possível à reserva nos assentos próprios para deficientes;


- Quando o passageiro  estiver viajando sozinho é aconselhável  solicitar auxílio de um funcionário da Companhia aérea ou do aeroporto para que o acompanhe durante a troca de vôo, pois muitas vezes a locomoção para os deficientes é muito difícil dentro de alguns aeroportos;

- A Empresa Aérea pode se recusar a dar assistência a um deficiente se isso colocar os outros passageiros em perigo;.
Reserva de Hotéis 

-  Informar a deficiência física do passageiro para o agente de viagens, assim ele irá verificar se o Hotel  possui acesso para deficientes.


Transporte Terrestre

- Nos EUA e em muitos países da Europa, grande parte dos trens de alta velocidade possuem acesso a deficientes físicos e banheiro adaptados. Ao fazer a reserva, informar  ao agente de viagens que o passageiro possui deficiência física, pois há vagões específicos;

- Nos EUA e na Europa os ônibus possuem elevadores que facilitam o embarque do passageiro;

- No Brasil, infelizmente, não são todas as empresas de ônibus que possuem essa facilidade, sempre é importante perguntar localmente.

Bagagem 

- Se o deficiente físico utilizar cadeira de rodas, é importante que ele leve consigo aparelhagem necessária caso a cadeira de rodas necessite de um pequeno reparo;

- Caso o passageiro esteja levando consigo uma bateria extra da cadeira de rodas motorizada, é importante lembrar que  deve  despachada-la, pois é considerada bagagem de risco, por isso deve sofrer inspeção da Companhia Aérea.

- Se o passageiro estiver viajando para o estrangeiro deve levar um conversor de voltagem e adaptadores de tomada. Se estiver  tomando medicação é importante levar a receita médica (recomendável em inglês) e medicamento extra, caso ocorra algum imprevisto.

Para evitar overbooking o segredo é chegar mais cedo.

 Para viagens nacionais chegue sempre ao aeroporto duas horas antes do vôo. e para viagens internacionais com pelo menos três horas e meia de antecedência.

Mesmo chegando com esta antecedência maior se, ainda assim, der overbooking, a companhia aérea irá sugerir um proximo vôo Caso não possa ir mais tarde informe a atendente do check in para ela, se possivel, negociar trocas com outros passageiros.

 Em caso de overbooking,  o passageiro deve ser acomodado em outro voo, no prazo máximo de quatro horas. Se esse prazo for excedido, o transportador deve proporcionar ao consumidor, como no caso de atrasos, facilidades de comunicação, hospedagem, alimentação e transporte até o hotel e até o aeroporto. Da mesma forma, se houver outros prejuízos em virtude da impossibilidade de embarque ou se o passageiro perder o voo por conta de atraso na conexão, por exemplo, ele tem o direito de ser indenizado. Lembrando que o consumidor só tem direito de reclamar em caso de overbooking se ele chegou ao aeroporto para fazer o check-in com a antecedência necessária. Caso o passageiro chegue para o embarque após os horários estabelecidos, mesmo com o bilhete confirmado, não terá o direito de reclamar caso a empresa aérea coloque outro passageiro no seu lugar.

 

Antes de arrumar as malas verifique a previsão do tempo e os eventos que exijam traje especial. Além disso em muitas viagens o pax anda muito a pé ou passa o dia inteiro na rua, portanto roupas e calçados confortáveis são sempre um ótima opção. Procure elaborar malas da maneira mais simplificada possivel, com roupas que combinem entre si e de preferencia que não amassem com facilidade.

Cruzeiros marítimos: Consulte seu agente para saber quais são as principais atrações e quais as roupas que você tem que ter para não ter que pagar mais por pequenos detalhes. Existem locais em que os convidados deverão utilizar smoking ou terno escuro com gravata para os homens e um longo para as mulheres. Alguns restaurantes exigem trajes específicos para cada local.

Nas temporadas de esqui: Leve agasalhos impermeáveis bem coloridos (evite as cores claras, que se confundem com a neve), calças tipo agasalho, gorros de lã com protetores de ouvido, botas de cano médio ou alto sem salto, tênis, óculos escuros, luvas e filtro solar. Roupas e materiais para esquiar, snowboard entre outros esportes podem ser alugados localmente.

 Paises da Europa, do Oriente e América do Norte:  Serviços de cabeleireiros, manicure e lavanderias são bem mais caros que no Brasil talvez seja possivel evita-los.

Mala de bordo: É muito importante pois pode ser que o vôo atrase ou você perca a conexão ou extraviem sua babagem despachada. dentro da mal de bordo é importante que tenha: Uma troca de roupa, lingerie, meias, objetos de higiene pessoal (com até 100ml para produtos líquidos), medicação com receita, uma blusa de frio. Se estiver levando eletrônicos não esqueça de incluir na mala de mão carregadores e adaptadores de tomada. Os documentos importantes e objetos de valor que precise levar na viagem também devem estar na mala de bordo.

Boa viagem!